terça-feira, 10 de maio de 2011

Adesivo pode substituir agulhas na hora da vacinação


Cientistas estão desenvolvendo uma “vacina-adesivo” com microagulhas que são menos dolorosas do que o método atual.
 
Imagine levar seu filho para tomar vacina sem ele chorar, gritar ou correr por medo da dor das agulhas? O sonho de todo pai e mãe está quase se tornando realidade. Cientistas americanos desenvolveram um “adesivo” que possui centenas de microagulhas que se dissolvem na pele e não causam dor.

O estudo foi conduzido por pesquisadores da Emory University e do Georgia Institute of Technology, nos Estados Unidos e o novo método de vacinação foi testado em camundongos. Se a eficácia em humanos for comprovada, será possível que pessoas sem formação médica administrem a vacina, facilitando a imunização de doenças em situações de pandemia.

De acordo com a pesquisa, a “vacina-adesivo” oferece maior imunidade à gripe se comparada com a vacinação com seringas. Pressionadas na pele, as microagulhas rapidamente se dissolvem nos fluidos corporais. Elas são feitas de um material de polímero, que é seguro para uso no corpo. “A pele é um local particularmente atraente para a imunização, pois contém uma grande quantidade de tipos de células que são importantes na produção de respostas imunes às vacinas”, disse Richard Compans, professor de microbiologia e imunologia na Emory University School of Medicine, em entrevista ao Research News & Publications Office, da Georgia Institute of Technology.

Embora o estudo tenha examinado apenas a vacina da gripe com as microagulhas, a técnica deve ser útil para outras vacinas. Se produzidos em massa, os “adesivos” poderão custar aproximadamente o mesmo que as técnicas convencionais de agulha e seringa.

Enquanto a técnica ainda não chega às clínicas de vacinação, o que pode levar alguns anos, veja dicas do que fazer para amenizar o sofrimento dos pequenos.

- Sempre diga a verdade. Evite dizer que não vai doer. É importante que seu filho saiba o que vai acontecer na hora de tomar a vacina e o porquê ele precisa tomá-la.

- Para crianças menores, de até 2 anos, a amamentação durante ou após a vacinação pode amenizar o sofrimento do bebê. O prazer da amamentação para o bebê faz o corpo liberar endorfina, dando a sensação de bem estar e relaxamento.

- Se filho costuma chorar muito ou gritar, distraia ele com brinquedos coloridos durante e após a vacina.

- Água com açúcar também ajuda na liberação de endorfina, inibindo a transmissão da dor.

- E não segure seu filho à força na hora da vacinação. O melhor é esperar alguns minutos, conversar com ele e explicar a situação de modo que ele se sinta seguro.

Fontes:
Research News & Publications Office - Georgia Institute of Technology
Fabiana Veras, enfermeira do Hospital São Luiz (SP)
Ana Paula Hosoda, enfermeira pediátrica do Hospital Santa Catarina (SP)
 

Mães farão manifestação com "mamaço coletivo" no Itaú Cultural depois de uma delas ter sido proibida de amamentar no local

A diretoria do local situado na Avenida Paulista, em São Paulo, soube do ocorrido pela internet e pediu desculpas publicamente alegando que o motivo foi um mal entendido.



No final de março, a antropóloga Marina Barão foi até o Itaú Cultural, em São Paulo, acompanhada do marido e dos dois filhos pequenos. A intenção era visitar a exposição do artista plástico Leonilson. Enquanto ele estacionava o carro, Marina entrou no espaço e o seu bebê, na época com 2 meses, acordou e chorou de fome. Sem pensar, ela começou a amamentar a criança ali mesmo. Porém, para sua surpresa e espanto, uma funcionária do local aproximou-se, constrangida, e avisou que ali era proibido amamentar. “Fiquei indignada e aumentei o tom de voz, queria uma explicação e não parei de alimentar o meu filho”.

A atendente, então, pediu para que Marina a acompanhasse até a enfermaria do local e reiterou a proibição, avisando, inclusive, que teria de chamar a segurança caso a antropóloga insistisse em amamentar no espaço de exposição. “Tudo foi pedido com muita educação, mas em nenhum momento alguém soube explicar com clareza o motivo”, afirmou ela. Depois de esperar por mais de dez minutos algum funcionário chegar com a chave da enfermaria, Marina resolveu amamentar o bebê por ali mesmo, sentada em uma escada, com o filho mais velho visivelmente irritado ao seu lado.

O caso repercutiu nas redes sociais e, agora, a antropóloga, algumas amigas e mais mulheres solidárias a causa, combinaram de realizar uma manifestação no próprio Itaú Cultural, no dia 12 de maio, às 15 horas. A idéia é que todas se encontrem para amamentar no local. “O tom será pacífico, vamos nos reunir e pensar em fazer alguma coisa envolvendo as obras do Leonilson, além do 'mamaço coletivo'”.

Foi também por meio da internet que Eduardo Saron, diretor do centro, soube do ocorrido e pediu desculpas publicamente. "Não culpo a funcionária, mas acontece que tivemos um problema de orientação", diz. "Todos os nossos colaboradores sabem que alimentar-se no espaço de exposição é proibido. Porém, há uma exceção para a amamentação”. Depois do ocorrido, segundo Saron, houve uma reunião com todos os líderes de grupo para deixar as normas mais claras. “A partir de agora, todos aqui já sabem que a mãe tem o direito de escolher onde quer amamentar, se na enfermaria, que tem até uma poltrona, ou em qualquer outra dependência do Itaú Cultural”. Já informado da possibilidade de uma manifestação, o diretor disse que não haverá nenhum impedimento às mães.

Para Marina, o pedido de desculpas bastou. Ela disse que, ainda assim, pretendem levar o mamaço adiante com o objetivo de conscientizar as pessoas. “O mais importante é que fique claro que amamentar em público não é uma coisa da qual a mãe precise ter vergonha."

Fonte: Revista Crescer

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Perda de audição em crianças pequenas

Pesquisa brasileira alerta sobre os riscos da exposição do seu filho a sons altos e os problemas que a perda de audição acarreta na vida da criança



Qual é o cuidado que você tem com a audição do seu filho? Uma pesquisa realizada em Campinas (SP) revelou recentemente que crianças estão perdendo a audição por causa de hábitos errados. Foram estudados 500 casos para saber quais tipos de som elas estão expostas e, para a surpresa de muitos, foi comprovado que 29% delas têm queixas auditivas e 10% nunca tinham passado por um exame de audiometria.

De acordo com a pesquisadora e fonoaudióloga da Unicamp Keila Knobel, o estudo mostra que em 90% dos casos de exposição a sons altos, pais, irmãos mais velhos e outros familiares são os responsáveis pelo comando do volume. Chiado, zumbido e apito no ouvido foram algumas das queixas relatadas pelas crianças entrevistadas.

Um dos principais problemas que levam a perda de audição é a constante exposição a sons de forma prejudicial. É sabido que um adulto pode ficar exposto a um ruído de 85 decibéis por, em média, 8 horas sem ter maiores problemas. A cada cinco decibéis a mais, o tempo que ele pode ficar seguro exposto ao ruído cai pela metade. Não há como saber quais são os níveis seguros para criança uma vez que sua via auditiva ainda está em processo de maturação - e é diferente da do adulto. Brinquedos e livros educativos podem chegar a 110 decibéis.

O estudo faz um alerta sobre possíveis dificuldades de aprendizado que podem acontecer em caso de perda de audição. “Elas vão ter problemas tanto para ouvir a professora quanto de aprendizagem, vocabulário. Vários estudos já comprovaram que mesmo perdas leves podem atrasar o desenvolvimento de aprendizagem da criança”, diz Keila.

Quando há problema

Ainda de acordo com a Keila Knobel, crianças com problemas de audição apresentam alguns sinais. Procure um especialista caso o seu filho sempre peça para você repetir a mesma frase, assista à TV em volume alto, tenha desempenho escolar ruim, demore muito para falar ou troque letras, ou, ainda, se queixe de zumbido ou apito no ouvido.

Como prevenir

Perdas de audição podem ocorrer por dois motivos: infecções ou excesso de exposição a sons muito altos. O primeiro é inevitável, porque não há como prever, mas quanto mais cedo você procurar um médico, melhor para a recuperação do seu filho. O segundo motivo pode ser evitado com alguns cuidados. Evite levar crianças pequenas a shows muito barulhentos, não coloque música alta no carro ou em casa e não leve crianças para perto de fogos de artifício.

Fonte: Revista Crescer


Saias-justas na gravidez

Confira dicas para lidar com algumas situações inusitadas que só passa quem está grávida

 
Não importa se a pessoa é sua melhor amiga ou alguém que está do seu lado em uma loja de sapatos: todo mundo vai se sentir à vontade para palpitar – e até fazer comentários bizarros – sobre a sua gravidez. Pensando nessas saias-justas (e como solucioná-las), e também em informações curiosas sobre a gestação e o pós-parto, a escritora Alice Bradley, autora do blog www.finslippy.com, e o editor Eden M. Jennedy, do blog fussy.com, lançaram Let´s Panic About Babies (Vamos Entrar em Pânico Sobre Bebês, em tradução livre). A obra, um misto de humor e nonsense, não tem aquela cara de manual. Sem previsão de chegada ao Brasil, pode ser adquirida pelo site amazon.com. Você vai encontrar no livro:  

- Grávida sem barriga de grávida. E agora? Para ninguém achar que você está acima do peso, a melhor saída é usar uma camiseta com os dizeres: “Atenção: eu estou grávida”.

- Você vai encontrar um monte de gente que vai querer dar um conselho sobre a sua gravidez. Alguns fazem isso simplesmente por querer mostrar que tem algum conhecimento sobre o assunto – e outros para compartilhar como foi traumático o parto. Em vez de chorar, agradeça a eles pelos conselhos estranhos. 

- Se prepare para a idéia de que todo mundo vai querer tocar em você, de novo e de novo. Você tem um bebê quase pronto aí, e o mundo quer acariciá-lo – e não adianta nem cruzar os braços nem desviar o olhar para tentar evitar que isso aconteça.

Fonte: Revista Crescer

domingo, 1 de maio de 2011

Grávida aos 40 e Dicas para Gestantes

Grávida aos 40

A sociedade passa hoje por transformações marcantes no que diz respeito às atitudes dos homens e das mulheres. Hoje em dia é muito comum os dois trabalharem e assumirem responsabilidades iguais. Cada vez mais as mulheres se preocupam com a realização profissional e conseqüentemente adiam tanto o casamento quanto os projetos de maternidade.

Outra mudança importante é o fato de a mulher não se ver mais obrigada a permanecer casada quando chega a conclusão de que o relacionamento se esgotou. Um novo casamento pode acontecer, e logo o desejo de um filho com o novo parceiro. Tanto que, nas clínicas de infertilidade, um dos principais motivos para se tentar recanalizar uma trompa ligada anteriormente é um novo casamento ou relacionamento.

Como a fertilidade geral da mulher decai a partir de 35 anos, é comum ocorrer dificuldade em engravidar, principalmente após os 40 anos.

Um grande avanço na medicina foi a Fertilização In-Vitro. Hoje é possível que mulheres na fase pre-menopausa ou menopausa recente consigam ter filhos através dos programas de doação de óvulos.

As mulheres com 37 anos ou mais apresentam uma chance maior de ter filhos com alterações genéticas, principalmente síndrome de Down. Esse risco se acentua muito após os 42 anos. Todas as grávidas com mais de 37 anos devem ser orientadas sobre a possibilidade de se realizar uma biópsia de vilo corial para saber se existe alguma alteração cromossômica com seu bebê.

Apesar da gestação após os 40 anos ainda ser considerada de risco, o grande desenvolvimento da medicina nos últimos anos tem criado condições para que essas gestações sejam bem acompanhadas. Geralmente equipes compostas por obstetras, clínicos gerais e pediatras atuam em harmonia para dar mais segurança ao casal.

O mais importante é você conversar com o seu médico para estabelecer desde o início um acompanhamento adequado às suas condições. Cada mulher tem seu histórico. O desenvolvimento da gravidez após os 40 anos será diferente de caso para caso. Por exemplo: o desenrolar da gravidez será diferente se você já teve um filho ou se é a sua primeira vez.

Fonte:Mater Dei Saúde

Dicas para Gestantes

A celulite assumiu, praticamente sozinha, o papel de grande vilã das mulheres, inclusive das mais jovens. Execrada pela mídia, ela monopolizou a atenção de pesquisadores e cientistas do mundo inteiro. Mas muito pouco se fala, ou se faz, sobre outro fantasma que assombra um grande número de mulheres: as estrias. 

Quando e por que elas aparecem? Essencialmente, elas ocorrem quando há perda de elasticidade da pele, ocasionada pela diminuição das fibras de colágeno e elastina, em função dos seguintes fatores:

-       Mecânicos: quando a pele é submetida a um estiramento excessivo como, por exemplo, durante a gravidez, apontada como principal fator para a ocorrência de estrias.  Estatísticas mostram ainda que, em 75% das grávidas, as estrias surgem entre o 4º e 6º mês de gestação.

- Metabólicos e endócrinos: o metabolismo da glicose e os distúrbios endócrinos agem sobre a atividade dos fibroblastros, células de tecido conjuntivo que formam os tecidos fibrosos do organismo.

Outras condições como a obesidade e o efeito “sanfona”, a puberdade e o uso de corticóides podem contribuir para o surgimento das estrias.

Para melhorar a resistência da pele ao estiramento e fortalecer o tecido conjuntivo, os pesquisadores dos laboratórios Pierre Fabre desenvolveram para sua marca Elancyl, o SPECIFIC VERGETURES, um produto indicado na prevenção e redução de estrias.

Os princípios ativos do SPECIFIC VERGETURES são:

- Extrato de origem marinha, extraído de escamas de peixe: estimulante do metabolismo celular. Tem propriedades cicatrizantes que ajudam na regressão das estrias muito recentes.

- Complexo restruturante elaborado com hidroxiprolina: aumenta a resistência da pele e hidrata.

- Silício orgânico: reestrutura os tecidos e favorece a síntese do colágeno.

- Vitamina E: antioxidante. Atua contra os radicais livres e tem propriedades hidratantes.

- Azeite de cártamo, óleo vegetal rico em ácidos graxos essenciais: melhora a flexibilidade da pele e mantém a taxa de hidratação ideal, uma vez que nutre a pele, melhorando sua resistência às distensões.

Modo de Usar:

Para prevenir: utilize o creme SPECIFIC VERGETURES, todos os dias a partir do 3º mês de gravidez até três meses após o parto, sobre a barriga, seios, nádegas e coxas. Durante o aleitamento, evite os bicos dos seios.

Para reduzir estrias recentes: aplique duas vezes ao dia, após o banho, nas zonas afetadas, durante três meses.

Preço médio sugerido: R$ 86,27